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Em nossa passagem relâmpago pela Itália reservamos um dia para ver um pouco de Milão.

Claro que um dia é muito pouco para isso, mas não tínhamos muita opção. Era um dia ou nenhum, então… O que fazer em um dia em Milão?

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Bom, acordamos não tão cedo e fomos para a cidade, pois estávamos bem longe do centro. Fomos para a Estação Milano Centrale, de onde partiria nosso trem à noite. Como estávamos de mala e cuia, deixamos nossas malas no guarda volumes da estação e saímos apenas com uma bolsa.

Uma dica: eles cobram por volume, não importa o tamanho. Estávamos além da mala, com uma sacola grande e uma bolsa de viagem e seria pago por cada volume. O próprio atendente nos falou para colocar a bolsa dentro da sacola junto com os casacos e só pagaríamos um volume. Achei muito legal da parte dele, até porque colocaríamos os dois casamos em outra sacola e seria mais um volume. O valor é carinho, então fala um esforço para ficar com o menor número de volumes possível.

Dali pegamos o metrô e a primeira coisa ao sair da estação foi ver o Duomo, uma joia rara da arquitetura gótica. A catedral é imensa e linda.

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Compramos o tíquete para visitar a o terraço, Batistério de São Giovanni e o Museu. A entrada da Catedral é gratuita.

Iniciamos a visita pela  Catedral, ela é uma das maiores da Europa e impressiona muito com seus quase 100 metros de frente. Os vitrais são lindíssimos.

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Para fotografar é preciso comprar um tíquete, se não me engano custa 3 euros, então tu ganhas uma pulseirinha e pode fotografar lá dentro.

Dentro dela há alguns painéis mostrando as diversas fases pelas quais a catedral passou durante sua construção, que durou quase 500 anos! Isso deixa de ser uma surpresa quando passamos a olhar com atenção os detalhes dela, principalmente no telhado. Outra coisa que muito impressiona são os gigantescos pilares que suportam a estrutura.

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Depois fomos ao terraço. Não se pode ir ao Duomo e não subir no terraço.Ele é todo feito em placas de mármore. Lá que tu realmente vê a beleza das incontáveis agulhas dela, as imagens, os gárgulas, tudo de pertinho.

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Infelizmente quando fomos p terraço estava em obras, o que atrapalhou um pouco, mas de maneira alguma fez com que nos arrependêssemos de ter ido. Ao contrário, adoramos da mesma forma, ficamos lá um tempão descansando.

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Lá em cima também está a imagem mais famosa, a dourada Madonnina do Perego.

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Dali seguimos para o Batistério, o lugar na verdade foi descoberto após escavações na praça. Era o centro religioso da cidade muitos anos antes da construção do Duomo. Neste local ocorreu o batizado de Santo Agostinho

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A banheira central tem quase 5 metros de diâmetro e pode ser facilmente identificada nas ruínas. Dentro do batistério foram encontradas ainda diversos túmulos, alguns deles intocados.

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Ao lado da Duomo (mais atrás, na verdade) há a Corso Vottorio Emanuelle II, uma rua super movimentada, cheia de lojas bacanas. Fomos e voltamos, entramos em algumas lojas, comprei umas coisinhas e seguimos nosso rumo.

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Como não somos de ferro e merecemos, fomos rapidinho tomar um sorvete na Cioccolati Italiani, lotaaado, um pouco demorado mas gostoso.

Saindo de lá nos dirigimos para a Galeria Vittorio Emanuelle II, a galeria mais impressionante que já vi, em função de seu teto. Aliás, a galeria é impressionante antes mesmo de entrar nela.

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Por dentro, restaurantes caros e lojas de grife. Só passamos mesmo.

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Dali fomos almoçar, estávamos morrendo de fome e seguimos uma dica da nossa arquiteta (talentosíssima, para constar) Andrya Kohlmann, que morou em Milão um tempo e nos contou tudo sobre a cidade. Ela nos disse que não podíamos deixar de ir ao Luini Panzerotti. Chegamos lá e havia muita fila, o que já nos confirmou que o lugar era imperdível. A fila andou rápido, escolhemos nossos lanches e comemos como todo mundo, sentados no meio fio.

Delicioso, não perca de maneira alguma! Foi um almoço supor barato e gostoso.

Depois seguimos o passeio indo para o Museu do Duomo. O museu é interessantíssimo e lá está a maior parte das estátuas originais da igreja. Elas foram substituídas ao longo do tempo por réplicas e as peças originais se encontram no museu. Além disso há uma miniatura gigante da Catedral, muito bonita e detalhada.

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Seguimos caminhando em direção à Corso di Porta Ticinese, uma rua cheia de restaurantes legais e lojinhas, super agradável para uma caminhada. No caminho passamos pelo Parco delle Basiliche, que estava cheio de gente fazendo piqueniques e descansando

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No meio da Corso di Porta Ticinese há a imperdível Gelateria Le Colonne. Gente, o cara é um espetáculo de pessoa e os crepes são os mais maravilhosos e  divinos, os sabores são de morrer!!!

Pedimos banana com nutella, e morango com chocolate branco e creme.

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Além dos crepes incríveis eles possuem o sorvete de pistache que é no mínimo o mais magnífico do planeta. Ah, desculpa a empolgação, mas estou aqui vendo as fotos e sonhando com quando vou poder provar isso de novo.

Não deixe de ir, atravesse Milão se preciso, mas vá!!

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Iríamos então caminhar até Naviglio Grande, uma região super agitada à beira do canal, com barzinhos e restaurantes, onde iríamos passar o final do dia e jantar. Mas infelizmente começou a chover e tivemos que abortar a missão.

Então nosso dia em Milão foi um pouco diminuído, mas acredito que aproveitamos bastante.

Há ainda muitos lugares que pretendemos conhecer em Milão, mas para um dia já conhecemos muito.

Fomos então para a estação pegar o nosso esperado trem noturno para Paris.

 

 

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