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Nossa chegada em Miami ocorreu no fim da tarde, mas como houveram alguns probleminhas com o cartão (eu esquecer de avisar que ia viajar, no caso. Não esqueça.), o aluguel do carro demorou muito mais do que esperávamos.

Oferecemos uma carona a dois amigos que havíamos feito, a Letícia e o Bruno, e aproveitamos para dar uma volta por Miami Beach, onde eles estavam hospedados. Coitados, tiveram que esperar todo o rolo do aluguel do carro… Mas enfim, tudo se resolveu.

Eles se hospedaram no hotel Cleverlander, entramos e achamos o quarto muito bom, eu ficaria lá. Após nos ajeitarmos rapidinho saímos para jantar.

 

Fomos dar uma volta pela Lincoln Road, uma rua somente para pedestres cheinha de lojas e restaurantes.

Entre as muitas opções de locais para comer escolhemos um dos restaurantes que oferecia pratos com massa e lagosta para duas pessoas por vinte dólares. Isso mesmo, vinte dólares. A comida estava muito gostosa, eu repetiria todos os dias se ficasse por lá.

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Passado isso demos uma volta por ali. Um lugar que eu adorei foi uma loja do Britto. Amamos as obras dele e adoramos diversas peças da galeria. Essa foi uma coisa que me chamou atenção em Miami, tem obras do Britto espalhadas pela cidade inteira. Gigantes, coloridas, chamativas, ela dão um ar super alegre à cidade.

Dalí fomos bebericar alguma coisa e escolhemos um dos muitos bares/restaurantes da Ocean Drive. Estávamos exaustos mas não podíamos terminar a noite sem um dos drinks gigantes característicos do lugar.

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Lindo né!? Mas escolhemos errado, uma caipirinha que deixou muito a desejar comparando com as caipiras deliciosas que temos no Brasil.

 

Aqui cito outra informação importante: fique ligado e pergunte bem o preço antes de comprar. Compramos por um valor e na hora de pagar tinha uma taxa de serviço, gorjeta, sei lá, que superava muito os 20% comumente praticados. Foi quase 50% nessa taxa ridícula. Por fim era o primeiro dia de viagem e eu não estava a fim de me estressar.

Depois ainda fomos para o bar do hotel Cleverland, mas era impossível conversar. Mega festa, com som altíssimo, logo desistimos e nos rendemos ao cansaço que estava nos matando e fomos procurar hotel.

 

Nessa noite dormimos no pior hotel da minha vida, foi traumatizante! Mas isso já é história para outro post…

 

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