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Acordamos cedo, tomamos café no hotel e fomos para a Deira, a parte antiga da cidade. Lá ficam os tradicionais mercados – souks – da cidade. Em torno de 9 horas da manhã já estávamos no mercado do ouro. O problema foi que acordamos cedo demais e estava tudo meio vazio.

As lojas de jóias estavam abertas, mas quase ninguém circulava pelo local.

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Dali partimos para o mercado de especiarias, que é do ladinho. Já no mercado de especiarias os vendedores estavam abrindo suas lojas. Adorei, as bancas cheias de temperos dos mais diversos tipos. Havia também lindas (e caras) pashminas de todas as cores. Muito legal mesmo, mas acabei não fotografando pensando que iríamos voltar na nossa segunda parada em Dubai e eu poderia fotografar o lugar mais movimentado. No fim não deu tempo de voltar e ficamos sem nenhuma foto decente do mercado de especiarias.

O mercado de especiarias é bem perto do creek e com alguns minutinhos de caminhada chegamos na beira do canal. Ali é fácil encontrar um barquinho -abra- para atravessar o creek. Eles saem toda hora, tem capacidade para umas vinte pessoas e custam super baratinho.

É um ótimo passeio pois te deixa ter uma bela visão panorâmica dos dois lados do canal

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Este canal separa a Deira de Bur Dubai, o bairro mais antigo de Dubai que conserva algumas construções bem antigas.

Neste local há o Bur Dubai Souk, um mercado que vende tecidos, artesanatos, roupas  e vários outros produtos. É uma espécie de centrinho, cheia de lojinhas interessantes, mas infelizmente também estava bem vazio, com o comércio sendo aberto.

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Entramos no Dubai Museum. O museu é legalzinho, mas não passa muito disso. Eu gosto de museus, mas o Dubai Museum me pareceu meio fake, meio caidinho, principalmente os bonecos. Ou talvez eu não estivesse muito disposta. Mas é baratinho, então vale a passagem pois a parte que mostra como as coisas eram antigamente é interessante. Não se descabele se não puderes ir.

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Saindo dali pegamos o metro e descemos na estação do Burj Kalifha.

Aqui cabe um parênteses. É muito fácil pegar metro em Dubai. As entradas do metro não são uma plaquinha, são mega construções, então vai ser fácil encontrar. Chegando na estação Burj Kalifha, corredores intermináveis até o Dubai Mall. Ficamos espantados com a distância, mas principalmente com o modo como transformaram esse caminho em uma série de corredores climatizados com esteiras rolantes, pois não deve ser fácil encarar aquela mega caminhada (que pra mim pareceu ter um quilômetro) no verão a 50°C.

Saindo do Dubai Mall damos de cara com ele, o maior prédio do mundo. Ficamos parados de boca aberta, pois apesar de saber que era o maior prédio do mundo, não esperávamos tanta grandiosidade. O design é lindíssimo, não tem como não se impressionar, principalmente ao se aproximar.

 

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Havíamos decidido tentar ir ao restaurante At.mosphere. Fomos até o saguão e conseguimos reservar para o por do sol, mas teríamos que voltar ao hotel para o Leandro colocar uma calça.

Há um dress code e em função disso mostramos o tênis que ele estava usando (Leandro não levou sapato pois foi o único momento da viagem em que ele usaria um), pois apesar de ser preto e discreto, era um tênis, e a recepcionista falou que tudo bem, ele poderia ir com ele. Ótimo, saímos rumo ao hotel de metro.

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Ao chegar a recepcionista disse que o Leandro não poderia ir de tênis (que eu desconfiava, mas a outra tinha garantido que tudo bem) e deu um sapato para ele usar. Nos deixaram aguardando no saguão e quando chamaram já havia passado nosso horário. Subimos no elevador mais rápido do mundo e é impressionante a velocidade com que ele percorre a distância entre o 1º e o 124º andar.

De cara nos levaram para a área dos fumantes dizendo que nossa reserva era lá e não havia mais lugares disponíveis, mesmo com o lugar completamente vazio. Garantimos que não era lá a reserva e íamos embora. Então nos arranjaram uma mesa na janela na área de não fumantes. O cheiro estava me incomodando, pois o ambiente de fumantes não era fechado e o cheiro dominou o restaurante. O sol já havia se posto, pela demora em nos deixar subir. Estávamos incomodados pela confusão dos tênis. Não estávamos nos sentindo bem e decidimos ir embora. Chegamos a tirar uma foto lá de cima, mas minha vontade de jantar lá passou completamente.

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Ao sair do prédio outra surpresa: o Burj Khalifa à noite, iluminado e lindíssimo.

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Descemos mortos de fome e fomos procurar um lugar para jantar. Como havíamos poupado muito dinheiro desistindo do At.mosphere, nem nos preocupamos pois nenhum lugar devia ser mais caro que lá.

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Escolhemos o Madeleine Cafe, bem de frente para o Burj Khalifa, e foi uma excelente escolha. Não me recordo se era no segundo ou terceiro andar do Dubai Mall. A comida estava simplesmente divina e gastamos um quarto do que gastaríamos no At.mosphere. Comi o melhor hambúrguer da vida e o Leandro comeu uma massa.

E jantar com vista para o Burj Khalifa foi, na minha opinião, melhor que a vista de dentro do Burj Khalifa.

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E essa vista do restaurante, pode?

Estava tudo muito bem, tudo muito bom, mas estávamos atrasadíssimos para fazer checkout e pegar nosso voo para Bangkok e tivemos que correr para o hotel.

 

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